No percurso da psicanálise desde o 1° semestre de 1999, quando, na faculdade de psicologia da UFF, em Niterói-RJ, tive meu primeiro contato com a psicanálise. Foi o começo de tudo. Completamente fascinado pela psicanálise de Freud e Lacan (e psicanalistas contemporâneos), o estudo e a prática da psicanálise se tornaram o centro da minha atuação profissional.
Escolhi a psicanálise como forma de trabalho por reconhecer nela um espaço singular: um lugar onde a fala não precisa se encaixar, nem fazer sentido de imediato. Muitas vezes, é justamente aquilo que escapa, que se repete ou que incomoda que abre caminho para algo novo.
Atendo pessoas que se veem às voltas com questões que insistem — seja na forma de sofrimento, impasses nas relações, angústias ou repetições difíceis de compreender. O trabalho analítico não se propõe a oferecer respostas prontas, mas a construir, ao longo do percurso, uma nova relação com aquilo que causa mal-estar.
Cada análise é única. É no tempo e na fala de cada um que algo pode se deslocar, permitindo outras formas de lidar com a própria história, com os desejos e com as escolhas.
